Fórum mundial de Educação Profissional

8 06 2009

Fórum Mundial de Educação Profissional

Em comemoração aos 100 anos da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica será realizado no período de 23 a 27 de novembro deste ano, em Brasília, o Fórum Mundial de Educacional Profissional e Tecnológica com o tema Educação, Desenvolvimento e Inclusão.O evento ocorrerá no Centro de Convenções Ulysses Guimarães em Brasília. Três eixos temáticos compõem o Fórum de Educação profissional:

I. Educação, Trabalho e Desenvolvimento Sustentável

II. Educação, Culturas e Integração

III. Educação, Ética, Inclusão e Diversidade

As inscrições estarão disponíveis a partir de 30 de junho de 2009, no Portal do MEC.





Vídeos de Sábado

6 06 2009

Na sessão “Vídeos de Sábado” desta semana, vamos relembrar algumas propagandas antigas que permanecem em nossa mente até hoje. Conseguiram além de apresentar os seus produtos principais gerar no consumidor um vínculo com a marca.

Bom fim de semana!

CASAS PERNAMBUCANAS – 1962

DUCHAS CORONA

GUARANÁ ANTÁRTICA





Brasil apresenta modelo de educação profissional aos franceses

5 06 2009

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Membros do Ministério da Educação da França e de outros órgãos educacionais do país estão no Brasil para conhecer o nosso modelo de Educação Profissional. A missão é de firmar um acordo de cooperação entre os institutos federais (Brasil) com os liceus de ofício (França).

Nessa visita, serão escolhidas algumas instituições de educação federais que  participarão dos primeiros processos de cooperação. Faz parte do roteiro a apresentarão do sistema educacional brasileiro e a estrutura e funcionamento das instituições educacionais.

Quatro institutos federais estão sendo visitados: São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Brasília, além da Universidade Tecnológica do Paraná. O critério de escolha das instituições foi baseado naquelas que tinham as especialidades que possivelmente farão parte de seus projetos. As áreas selecionadas foram hotelaria e hospitalidade, saneamento e saúde, eletrônica, aeronáutica, automóvel.

Será que este é um sinal de que o nosso modelo educacional está se tornando referência mundial. O fato é que ainda temos muito a aprender, mas, por outro lado, também possuímos projetos muito interessantes que podem servir como referência mundial.

Dá-lhe Brasil!





Setor de açucar e álcool tem espaço para crescer 40% em três anos

4 06 2009

O setor sucroalcooleiro tem espaço para crescer quase 40% em três anos. A previsão é do especialista em etanol Luciano Soares de Souza, professor da Fatec de Lins (interior paulista).

“Entre 2012 e 2013, o mercado projetado é de 685 milhões de toneladas, sendo dois terços para o consumo interno – um mercado seguro devido aos carros flex”, informa Souza, que aponta ainda como perspectiva os acordos de exportações com o Japão, “um mercado promissor e certo”. A produção de etanol prevista para 2012-13 é de 35,7 bilhões de litros, 7 bilhões destinados à exportação. Para atender a essa expansão, o Centro-Sul (Estados do Sudeste e Centro-Oeste) planeja 77 novas unidades de produção, e investimento de US$ 14,6 bi.

Aproveitando essas boas perspectivas em meio a um cenário de crise global, o Estado de São Paulo, que responde por 60% da produção nacional, investe em qualificação de profissionais, novas tecnologias e instalação de mais usinas.

No noroeste paulista, Araçatuba já é considerada como a mais nova fronteira da cana, com 8% da produção paulista. A pioneira Piracicaba (que começou nos anos 50) é responsável por 12% do volume de cana no Estado, enquanto a maior produtora atualmente, Ribeirão Preto, concentra 25%. Essas três regiões paulistas contam com um curso superior inédito e gratuito, o de Bioenergia Sucroalcooleira. Com três anos de duração, é ministrado nas Fatecs de Araçatuba, Piracicaba e Jaboticabal (região de Ribeirão Preto).

O curso recém-criado de Técnico em Produção de Cana de Açúcar forma, durante um ano e meio, profissionais que gerenciam e executam atividades desde o preparo do solo até a colheita, passando pela movimentação de máquinas no campo. A primeira turma começou as aulas em fevereiro, nas Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) de Andradina e Penápolis, localizadas na região de Araçatuba – onde o aumento da produção mais que dobrou entre 2000 e 2007, passando de 8,8 milhões de toneladas de cana para quase 21 milhões.

Ribeirão Preto, a líder em números absolutos, produz 66,6 milhões de toneladas (contra 25,8 milhões no início dos 2000).

Outra região que começa a se destacar no setor é São José do Rio Preto, com o maior aumento de produção em toneladas de cana: de quase 582 mil em 2000/01 para 9,2 milhões em 2006/07. Votuporanga, na região de Rio Preto, começa no segundo semestre uma qualificação com o intuito de preparar os trabalhadores do campo para mexer com equipamentos sofisticados, como plantadeiras e colheitadeiras que utilizam GPS, além de caminhões-pipa, arados, treminhões. Num primeiro momento o público-alvo será o pessoal que já trabalha nas usinas, e em seguida, capacitar nova mão-de-obra para a mecanização crescente da agroindústria.

O setor sucroalcooleiro movimenta anualmente US$ 68 bilhões, o que representa 7,5% do PIB nacional e 27% do agronegócio. É a área que mais gera empregos diretos e indiretos – cerca de 4 milhões, o maior número de carteiras assinadas de toda a agricultura.

Entre os alunos formados pelas Etecs, a empregabilidade é de 91% no curso técnico de Açúcar e Álcool, segundo levantamento mais recente do Sistema de Avaliação Institucional do Centro Paula Souza. O técnico em Açúcar e Álcool faz o meio-de-campo entre o engenheiro químico e o operador de produção, controlando os processos de fabricação nas usinas. A remuneração média é de 3 salários-mínimos para os técnicos.

As informações partem da assessoria de imprensa do Centro Paula Souza, do governo do Estado de São Paulo.





Projeto em São Vicente, São Paulo, capacita jovens e reduz violência

2 06 2009

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Oferecer aos jovens em situação de vulnerabiliade social dispensados do serviço militar obrigatório uma oportunidade de formação profissional e cidadã e, com isso, diminuir a violência e colaborar para o desenvolvimento da comunidade é a proposta do projeto Jovens no Exercício do Programa de Orientação Municipal (Jepom), implantado em São Vicente, litoral de São Paulo.

Lançado em 2001, o projeto já formou mais de seis mil jovens em cursos técnicos como de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente, Nutrição, Petróleo e Gás, entre outros. Oferecido a jovens de ambos os sexos, o Jepom também proporciona cursos livres nas áreas de esporte, informática, desenho, música e outros.

“A ideia é dar aos jovens em situação de vulnerabilidade social, em liberdade assistida ou que moram em regiões de alto risco, uma formação profissional e uma ocupação durante o dia”, explica o vice-prefeito e secretário de Transportes, Segurança e Defesa Social (Setrans), Rogério Barreto Alves.

Uma das principais conquistas do projeto foi ter colaborado com a redução do índice de homícidios dolosos entre os jovens de 18 a 24 anos na cidade: o índice caiu de 69, em 2001, para nove, em 2007. Esse e outros dados permitiram que São Vicente saísse do 17° lugar no ranking das cidades mais violentas do estado, em 2001, e fosse para a 113ª posição, em 2005.

“Tenho na família casos de problemas com a justiça e acredito que se não fosse o projeto eu estaria no mesmo caminho. Aqui consegui capacitação e me inserir no mercado de trabalho”, conta Renato Felix, de 22 anos, que participou do curso de Logística em 2008.

Seleção e formação

A seleção dos jovens ocorre, anualmente, em outubro. Ao invés da aplicação de provas, o critério utilizado para a seleção é uma análise do contexto vivido pelo jovem. “Primeiro é feito um cadastramento dos interessados, depois são avaliadas as necessidades de cada jovem e por fim uma assistente social visita a família do candidato”, explica Barreto.

Todos os anos são selecionados cerca de 400 jovens. Eles recebem uma bolsa-auxílio de R$ 230, mais o curso técnico no valor de R$ 120 por mês, além de uniforme completo.

A formação é dividida em dois períodos. Um é destinado à capacitação profissional nos cursos técnicos e o segundo é voltado para a participação dos jovens como auxiliares e orientadores em outros projetos da cidade, como auxílio aos guarda-vidas na orla, participação em campanhas de preservação do meio ambiente e visitas solidárias a asilos, creches e abrigos, entre outras.
 
Além disso, desde o ano passado, os jovens podem desenvolver atividades de arte, dança e música ou realizar uma das 14 ações de esporte oferecidas tanto aos participantes, quanto aos moradores da comunidade, como boxe, judô, basquete e handebol.

“No projeto descobri uma nova estrada para caminhar. Fiz um curso técnico, além de aprender que a vida pode ser melhor para quem se esforça”, afirma Andrezza Mariano, de 21 anos, aluna este ano do curso de Nutrição.

Mensalmente é realizada a Revista Geral, evento que reúne os participantes e no qual são apresentadas aos jovens datas de concursos, vestibulares, benefícios oferecidos pelo projeto, além de palestras e aulas sobre cidadania e motivação.