
Na última sexta-feira, 24 de abril, o ministro da educação, Fernando Haddad, lançou oficialmente, no campus de Itumbiara do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás, o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT), que reduziu o número de cursos técnicos do país de 2.800 para 185.
No início deste ano, as instituições educacionais que oferecem cursos técnicos já foram obrigadas a se adequar às novas nomenclaturas estabelecidas pelo CNCT.
O catálogo passou a agrupar os cursos com base nas características científicas e tecnológicas de cada um e unificou as denominações. De todos os cursos técnicos, 21 são de oferta exclusiva das Forças Armadas em suas escolas de formação.
No catálogo, há uma tabela de convergência para ajudar instituições e alunos a localizarem os cursos após a mudança. “A tabela de convergência é orientadora para as escolas, para que elas reorganizem os cursos, é orientadora para os alunos, para eles se situem e é orientadora também para o mundo do trabalho”, afirmou.
A organização do catálogo contou com a participação de especialistas de todo o País e de representantes dos conselhos estaduais de educação. Além disso, em 2007, foi realizada uma consulta pública para a população sugerir mudanças.
“Nossa ideia é de que o catálogo seja um guia de carreiras, imprescindível para a formação dos estudantes, a qualificação de professores e a gestão das instituições”, afirma Eliezer Pacheco, secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC.
Para Eliezer, o catálogo também cumpre função indutora, ao destacar novas ofertas em áreas tecnológicas, culturais, ambientais e produtivas, que permitem formação técnica junto com os arranjos produtivos locais.
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