Ações sociais para o social

31 03 2009

Fazendo um cálculo rápido entre teoria + prática + social, podemos chegar a um resultado bem expressivo para as instituições de ensino, alunos, comunidade e nosso planeta. 

Quando falamos em ações sociais, temos que tomar cuidado em não cair nas mesmices de apenas desenvolver campanhas que são aproveitadas em horas de estágio. Podemos ir muito além. Desenvolver, efetivamente, projetos com propósitos reais de formação da consciência social entre os egressos dos cursos oferecidos e as pessoas direta e indiretamente atingidas. Podemos reunir direção, equipe de funcionários, responsáveis técnicos, professores, e, por que não, alunos, para colher sugestões e fazer com que eles sejam parte integrante desse processo, tornando-se assim, sujeitos ativos.

Vamos pensar então nas campanhas de aferição de pressão arterial ou teste de glicemia, muito comuns nas escolas técnicas. Após as ações, podemos tabular e gerar dados das ocorrências encontradas. Dessa forma, contribuiremos com o serviço público, e, muitos caso, conseguimos subsidios para o tratamento e prevenção.

Navegando na internet, encontrei um projeto da ETEC Salles Gomes em parceria com a prefeitura  de Tatuí. Alunos do curso técnico em Meio Ambiente, farão um mapeamento das árvores existentes na zona urbana da cidade, acompanhados por profissionais do próprio município.

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Realmente, as ações sociais têm de ser levadas muito a sério. Não deve ser encarada como um canal de divulgação instituição que, em muitas casos, acabam causando efeito contrário,  pela falta de planejamento.

Aproveite este espaço para dar o testemunho de uma ação de sucesso que você desenvolveu. Comente!





Planejamento estratégico: diagnóstico dos responsáveis técnicos

30 03 2009

 

Clique aqui para rever a descrição completa do Planejamento Estratégico.

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Eu, particularmente, considero o RT, ou responsável técnico, como um dos grandes protagonistas de um colégio técnico. Cada escola o utiliza da sua maneira, muitas vezes, até menos do que ele pode oferecer. Se me perguntassem qual seria o perfil ideal de um RT eu descreveria da seguinte forma:

- Um grande professor: terá facilidade em entender o perfil do alunos e a forma de gerenciar e motivar seus professores. Ao meu ver, eles devem ter uma ligação direta e constante, juntamente com o coordenador pedagógico;

- Um grande técnico: deve conhecer muito bem a área na qual é responsável para trazer novidades e dar sustentabilidade ao plano proposto, passando confianças aos professores, e, conseqentemente, aos alunos e empregadores;

- Um grande relações públicas: a influência de um responsável técnico no setor em que atua é importantíssima para criar parcerias e iserir os alunos no mercado de trabalho. Deve desenvolver o tão falado networking a todo momento. 

Dessa forma, temos que rever como estamos tratando o nosso RT e a importância que damos a esses cargo. Dependendo da estrutura que montamos, ele pode, em parceria com o coordenador pedagógico, alavancar ou derrubar o nosso curso. Pode ser uma peça chave para identificar e evitar grandes problemas. Não podemos esquecer deles como participantes na elaboração do planejamento estratégico.





Planejamento estratégico: diagnóstico dos professores

27 03 2009

 

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“A alma da escola é o professor” (Gabriel Chalita)

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Quando falamos sobre diagnóstico de professores, temos que ter muito cuidado em relação ao critério a se utilizar para obter informações coerentes com a realidade. Sugiro que não seja utilizado apenas um recurso de pesquisa. Vejamos alguns:

- Auto-análise:  avaliar como está a relação colégio X professor, quais os critérios no processo de contratação, suporte propiciado, treinamentos oferecidos, etc.

- Pesquisa com alunos: como o aluno avalia o professor em relação ao conhecimento, didática, atividades complementares, uso de recursos que estimulem a prática, entre outros.

- Pesquisa com os próprios professores: auto-análise, avaliação do colégio, dos seus superiores diretos. Dessa forma, daremos espaço para ele apresentar, se existentes, os motivos de seu descontentamento.

- Pesquisa com coordenadores diretos e responsáveis técnicos: identificar como têm sido o comprometimento e cumprimento dos padrões, metas e objetivos propostos.

Concluidas as análises, deve-se cruzar os dados e identificar as divergências e informações relevantes. Assim, preparar um plano de ação que consiga preparar um dos mais importantes vendedores da nossa empresa: os PROFESSORES!

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Planejamento Estratégico: diagnóstico do colégio

24 03 2009

 

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“Se achamos que o problema está lá fora, essa idéias em si é o principal problema.”    (Stephen R. Covey) 

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A questão é muito simples. Não podemos cometer o erro da miopia mercadológica e achar que tudo está perfeito. Imaginar que estamos oferecendo o melhor serviço, que o meu aluno está extremamente satisfeito e não agir, será o mesmo que sonhar em ganhar na Mega Sena sem nunca ter jogado.

A definição do marketing moderno subentende o foco das atenções no cliente. Isso não significa implantar o sistema Wall-Mart: “O cliente tem sempre razão”. Dessa forma, não precisaríamos de pesquisa. Temos que entender bem o seu perfil, o que ele gosta, quais são seus hábitos e costumes, onde ele costuma frequentar, qual a relação dele com a tecnologia, com as redes sociais, onde esses indivíduos moram e trabalham. É importante saber qual é a faixa etária média, gênero, estado civil, se possível, começando por curso para assim chegar ao todo.

Enfim, é preciso identificar com quem estamos trabalhando, para que possamos lidar melhor com as expectativas e anseios individuais e tenhamos uma facilidade maior para desenvolver ações de comunicação, racionalizando os investimentos na captação e manutenção dos alunos.

E como podemos fazer isso?

São várias as alternativas para essa ação. Hoje em dia, muitos sistemas de gerenciamento de escolas fazem cruzamentos dos dados colhidos na matrícula e fornecem algumas informações preliminares importantes; aplicar questionários quantitativos e qualitativos (vale ressaltar que não se deve exigir a identificação do aluno e deve ser realizado por alguém que não faz parte do cotidiano escolas, ou, preferencialmente, on-line); manter contato diário nos horários de entrada, saída e intervalo, visando criar uma relação mais próxima, frequentar locais preferidos por este público, etc.

 





SIM: é indispensável!

20 03 2009
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Faremos agora, rapidamente, um exercício de memória. Vamos nos lembrar de uma tomada de decisão importante que realizamos nos últimos seis meses: definição dos preços, inserção de um novo curso, …  Com base em quê chegamos à conclusão de que a decisão final era a melhor escolha? Utilizamos nosso feeling apurado, foi no bem-me-quer-mal-me-quer, no “eu acho que” ou baseado em uma série de dados e informações que conduziram a esta ação?

Yes, é para isso que serve o SIM – Sistema de Informação Mercadológico ou de Marketing. A idéia é reunir informações, através de pesquisas, conforme sugerido no post anterior, e, periodicamente, atualizá-las, a fim de obter cenários e diagnosticar mudanças e tendências. Para os que têm à disposição recursos tecnológicos para organizar o que é pesquisado, certamente, terá uma facilidade maior para localizar o que precisa em cada situação. Mas, não há uma obrigatoriedade de uso. Basta saber organizar e utilizar as informações na hora adequada.

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Quanto mais informações coletamos, mais seguros ficamos, e, consequentemente, a probabilidade de sucesso será muito maior. Na próxima semana, vamos entender melhor as forças que influênciam o nosso negócio e a importância que cada uma tem na entrega dos serviços educacionais.





Planejamento estratégio: diagnóstico

19 03 2009
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Definida a concepção estratégica, em que cada participante do projeto já tem sua função definida, é hora de arregaçar as mangas e agir. Vamos iniciar o processo de diagnóstico da situação. Nessa etapa, faremos um levantamento das forças ambientais. Fiz uma adaptação para a realidade específica das escolas técnicas, analisando o colégio, o micro-ambiente (forças próximas que afetam sua capacidade de atender seus clientes), macro-ambiente (forças maiores que afetam o micro-ambiente), conforme modelo abaixo:

 

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Forças Ambientais - Escolas Técnicas





Você conhece o SISTEC?

18 03 2009

 

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1. O que é SISTEC?

O SISTEC é o Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica. Esse sistema é pioneiro e, portanto, inovador no País por disponibilizar, mensalmente, informações sobre escolas que ofertam cursos técnicos de nível médio, seus cursos e alunos desse nível de ensino. Caso a escola também ofereça cursos de formação inicial e continuada, o SISTEC apresentará ainda dados referentes aos cursos e aos alunos dessa oferta de ensino. Contudo, é importante ressaltar que os cursos de formação inicial e continuada só serão cadastrados se a escola ofertar ensino técnico de nível médio.

Os órgãos competentes de cada sistema de ensino dispõem agora de um importante instrumento para atestar a validade nacional dos diplomas.

2. Quem deve se cadastrar no SISTEC?

Todas as unidades de ensino credenciadas que ofertam cursos técnicos de nível médio, independentemente da sua categoria administrativa (pública e privada, incluindo aquelas referidas no art. 240 da Constituição Federal, de 1988), sistema de ensino (federal, estadual e municipal) e nível de autonomia devem se cadastrar no SISTEC.

3. Como me cadastrar?

    I. Unidade de ensino

Se você é representante da unidade de ensino ofertante de cursos técnicos de nível médio deve entrar em contato com o Fala Brasil, do Ministério da Educação, pelo telefone 0800-616161, e solicitar o seu código de acesso ao sistema, para realizar o pré-cadastro da unidade de ensino.

Na semana de cadastramento nos estados (vide Agenda) os multiplicadores enviados pelo MEC poderão gerar localmente os códigos de acesso.

    II. Órgão regulador

Se você é representante de órgão competente para, no âmbito do SISTEC, validar escolas e cursos (Secretaria de Estado, Conselho Estadual de Educação, Conselho Municipal de Educação, entre outros), informamos que o seu cadastro no sistema será efetuado pelo Ministério da Educação. Aguarde a visita da comissão técnica de acompanhamento deste Ministério, conforme agendas previamente definidas, para o acompanhamento da implantação do SISTEC nas suas unidades.

    III. Aluno

Somente serão cadastradas no SISTEC as matrículas novas para os cursos que iniciarão novas turmas em janeiro de 2009. Se você é aluno, deve aguardar que a sua escola efetue o seu cadastro e de seu(s) curso(s), que iniciará apenas em janeiro de 2009.

Para mais informações, acesse: http://portal.mec.gov.br/sistec/

Fonte: Portal MEC/ SISTEC





Portal do MEC

17 03 2009

Acabo de entrar no novo Portal do MEC – Ministério da Educação e, em menos de 1 minuto, já veio a decpção. O que fizeram com as informações?

Concordo que, esteticamente, apenas, ficou mais agradável, mas, em termos de navegabilidade, está péssimo.

Entre e tire suas conclusões. Tente encontrar a legislação completa da educação profissional e o Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos:  http://portal.mec.gov.br/





Planejamento estratégico: concepção estratégica

17 03 2009
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Imagine agora que você é o técnico do seu time do coração e foi contratado para estreiar em um grande clássico. Primeiro você deverá discutir com sua comissão técnica sobre o histórico de cada jogador, suas competências, habilidades e suas fraquezas. Em conjunto com os dados sobre o aquilo que você enfrentará (time adversário), escolherá o time que iniciará a partida.

Antes de entrar em campo, você reúne sua equipe e faz uma preleção motivadora, injetando ânimo para que todos estejam na mesma sintonia e entendam quais serão as estratégias para aquela partida. Nesse momento, cada jogador vai saber qual será a sua função em campo e também a função de seus companheiros, para que um ajude o outro a manter a unicidade do sistema tático.

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No planejamento estratégico de nossas instituições não pode ser diferente. O líder do projeto deverá discutir com os participantes a importância que cada um tem e que o sucesso dependerá da somatória das partes bem cumpridas. Esse pensamento é o que chamamos de visão sistêmica.

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Entendido isto, algumas coisas deverão ser pactuadas, dentro de um pensamento estratégico. É indispensávela  compreensão dos propósitos deste planejamento, como a organização será beneficiada, as etapas a serem cumpridas, os prazos de cada fase e a estipulação de outras regras e procedimento, adequadas à sua cultura organizacional.

Criada essa conscientizacão, cada elemento deverá saber muito bem quais são as suas atribuições e responsabilidades, bem como a de seus pares.

Como em toda atividade física, não podemos nos esquecer de alongar bem, se aquecer e pensar em peças de reposição, para evitarmos surpresas.

Bom jogo!

Prrrriiiiiii…!





Iniciando um planejamento estratégico

16 03 2009

Na postagem anterior, abordamos a definição e importância do planejamento estratégico em nossas escolas. Agora, vamos colocar a mão na massa. Partiremos com a apresentação de um modelo que gosto de utilizar em meus projetos.Ele é dividido em cinco etapas principais, baseado em uma estrutura proposta por BRAGA e MONTEIRO, 2005.

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Estrutura do planejamento estratégico. BRAGA e MONTEIRO, 2005

Vale ressaltar que este é apenas um direcionamento, que deve ser adaptado a cada realidade organizacional, tendo a liberdade de alterar a órdem das etapas e montar de acordo com a disponibilidade de recursos da instituição: humano, financeiro e tempo. 

Acho que seria interessante, com o íntuito de trocar informações e vicências, divulgar neste blog alguns estudos de casos dos projetos realizados por cada instituição, abordando as principais dificuldades, facilidades, diagnósticos e resultados adquiridos com o planejamento estratégico. Topam?